Ruído, voz e direção.
Hoje acordei relembrando uma conversa que tive ontem com o André, meu professor de filosofia na Nova Acrópole. Eu havia chegado um pouco mais cedo à escola e estava refletindo, depois da sessão de terapia, sobre como o processo de escrita tem repercutido em mim — um processo que exige bastante esforço do ponto de vista mental, mas que também me ajuda na elaboração das ideias, funcionando como uma espécie de “higiene” interna e, mais do que isso, como a realização de um sonho que tenho desde menino. O ato de escrever, para mim, significa justamente tirar um sonho do papel. Como aspirante a filósofo, tenho em mim um desejo sincero de integrar minha vida a um ideal. Desejo que meus sonhos, pensamentos, ideias, discursos e ações estejam integrados e em uníssono, e que haja congruência entre eles. Assim, escrever para o meu blog (ou diário) — que ainda permanece oculto à maioria das pessoas, já que está em fase de maturação no meu “caldeirão”, onde as ideias fervilham como uma espécie d...